sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

40 - A urbanização no estado de São Paulo no início do século XX

   

A distribuição da população brasileira, no início do século XX, foi redefinida pelas profundas mudanças verificadas em função da produção cafeeira das últimas décadas do século XIX. Essa redistribuição populacional estava diretamente ligada à concentração das principais atividades econômicas e ao crescimento urbano. Um dos fatores decisivos para o crescimento da população brasileira, principalmente em São Paulo e na região Sul, foi o grande número de imigrantes europeus que entrou no Brasil, desde meados do século XIX e início do século XX.
A grande entrada de estrangeiros foi determinada principalmente pela expansão cafeeira e pela substituição de mão de obra escrava pela assalariada. Entre 1890 e 1929 entrou no Brasil o maior contingente de imigrantes. Foram cerca de três milhões e quinhentos mil. Mais de um terço desses estrangeiros era composto de italianos (um milhão e trezentos mil), sendo seguidos por portugueses, espanhóis, alemães e outras nacionalidades.
Apesar de o destino destes imigrantes ser as fazendas de café, grande parte deles, insatisfeitos com as condições de trabalho no campo, deslocaram-se para várias cidades, principalmente São Paulo, cujas perspectivas ligadas à indústria prometiam oferecer mais chances de uma vida melhor.
O processo de crescimento urbano se estabeleceu sem que houvesse a estrutura necesssária para suportá-lo e a falta de empregos gerou enormes dificuldades para a população, com grande número de pessoas vivendo precariamente, sobrevivendo à superexploração e aos baixos salários nas indústrias, empregos temporários e subempregos, péssimas condições de moradia em virtude do crescimento de cortiços nos bairros operários do Brás, da Mooca e do Bom Retiro, em que pequenos quartos destinavam-se a numerosas famílias, bem como problemas com o transporte, o abastecimento de água, alimentos insuficientes e a falta de saneamento básico que levava à proliferação de doenças e epidemias.

Imigrantes posando para a foto no pátio central da Hospedaria dos Imigrantes, 1890. São Paulo (SP).





Apesar de não possuir, de modo geral, a infraestrutura necessária para o crescimento populacional, a cidade de São Paulo apresentou transformações através da expansão de alguns serviços urbanos que nem sempre estavam acessíveis a toda população, mas que eram notáveis e surpreendentes para a época.
Alguns espaços públicos passaram por um desenvolvimento, como a instalação do serviço de bondes e trens, a implantação de luz elétrica, telégrafos, rádios, serviços telefônicos, calçamentos, construção de parques, avenidas e um crescente trânsito de automóveis que mudou rapidamente o modo de viver e de conviver na cidade.
O trabalho e as condições de vida dos trabalhadores das fábricas recém-criadas eram muito difíceis. Sua jornada de trabalho era de até 18 horas por dia, nas piores condições ambientais, sem qualquer proteção contra acidentes de trabalho. Além disso, não possuíam estabilidade, descanso, licenças médicas ou férias. Os salários eram baixos e as mulheres e crianças eram exploradas.

Praça da Sé, início do século XX. São Paulo (SP).




Praça da Sé, início do século XX. São Paulo (SP).


O número de horas que trabalhavam por dia dependia da vontade de cada patrão. De modo geral, operavam, em média, das 7 da manhã até as 9 da noite, uma vez que o período de horas de trabalho por dia só foi determinado por lei na década de 1930.
Havia muitas favelas e cortiços sem as mínimas condições de higiene e saneamento básico, onde moravam imigrantes, como espanhóis, italianos, alemães, libaneses, entre outros, além de um grande número de migrantes da região Norte e Nordeste.

Vista interna da Hospedaria dos Imigrantes em 1905. São Paulo (SP).




Vista interna da Hospedaria dos Imigrantes em 1905. São Paulo (SP).


A maioria das fábricas funcionava em prédios adaptados, diferentemente de hoje, que são construídos especificamente para esse fim. Com isso, o trabalho era mais penoso, pois a ventilação era precária e o ambiente se tornava ou muito quente ou muito frio. Os acidentes de trabalho eram frequentes e não existia qualquer tipo de indenização.
As mulheres e as crianças eram utilizadas como operários com remuneração abaixo da que recebia o trabalhador adulto masculino, representando, em 1912, 67% dos trabalhadores das indústrias têxteis de São Paulo.
A Mooca foi uma das primeiras regiões da cidade a enfrentar o processo de industrialização, que teve início no final do século XIX. A região se tornou atrativa pela proximidade com a antiga ferrovia Santos-Jundiaí, então responsável pelo escoamento da produção cafeeira para o litoral paulista. Por essa proximidade, as empresas, movidas a carvão, instalaram-se na Mooca e construíram várias chaminés. Dessa forma, é comum encontrá-las espalhadas pelo bairro, como no terreno da antiga Companhia Antarctica Paulista.

Área industrial na Mooca, 2015. São Paulo (SP).




A classe operária nesse período era composta predominantemente por imigrantes italianos, portugueses e espanhóis. Era comum, contudo, que parte desses imigrantes, após algum tempo, auxiliado pela família que era frequentemente numerosa e com muito trabalho, começasse a prosperar e, em muitos casos, abrisse seu próprio negócio.
O tempo livre dos trabalhadores era escasso, contudo, ainda assim, organizavam-se em sociedades recreativas, casas de jogos e apostas, festas religiosas e piqueniques. Alguns grupos organizavam também algumas representações teatrais em que as associações encenavam peças com conteúdo crítico que denunciava as suas condições de vida e expectativas de mudanças.
Os jornais operários denunciavam as péssimas condições dos trabalhadores e funcionavam como um canal dos diferentes grupos que os publicavam, podendo ser de vários partidos.
O grande número de analfabetos exigia que, na maior parte das vezes, a leitura dos jornais e dos manifestos fosse feita em voz alta para que todos tivessem acesso às informações e pudessem participar das decisões.
A circulação desses jornais não era proibida inicialmente, contudo, com a consequente participação e envolvimento dos trabalhadores, gradativamente passaram a ser censurados e seus redatores perseguidos pela polícia.

AMARAL, Tarsila do. Operários. 1933





AMARAL, Tarsila do. Operários. 1933. Óleo sobre tela, 150 cm x 230 cm. Acervo Artístico-Cultural do Palácio do Governo do Estado de São Paulo. Campos do Jordão (SP).


       
       



       





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39 - A imigração e o trabalho assalariado no século XIX em São Paulo

   

Durante todo o século XIX, a Europa passou por profundas mudanças políticas e econômicas. O surgimento das fábricas, que produziam uma grande quantidade de produtos por um preço menor e o crescimento do uso das máquinas na produção agrícola geraram um grande número de desempregados.
Muitos europeus que não viam mais condições de sobreviver em seus países optaram por recomeçar a vida em outro lugar. O Brasil representava uma boa alternativa, uma vez que precisava de mão de obra nas fazendas de café, sendo também necessário o povoamento da parte do território que estava desocupada.
Incentivados pelas promessas de uma vida melhor, um grande número de europeus veio para o Brasil no século XIX.
A partir de 1850, com a extinção do tráfico negreiro pela Lei Eusébio de Queirós, teve início, no Brasil, a imigração com o chamado “sistema de parceria”. O sistema de parceria começou com uma iniciativa do senador Nicolau Vergueiro, na Fazenda Ibicaba, em São Paulo. Por este sistema o proprietário cedia uma parcela da terra para os colonos cultivarem, devendo a produção ser dividida entre as duas partes. Inicialmente, os próprios fazendeiros estimularam e custearam a vinda de imigrantes.

Colheita e seleção de café na fazenda de Santa Ubaldina, 1921. Bebedouro (SP).





Colheita e seleção de café na fazenda de Santa Ubaldina, 1921. Bebedouro (SP).


Porém, foram muitas as dificuldades dos colonos, uma vez que a parceria se revelou desigual, pois eram enganados pelos fazendeiros na pesagem dos produtos, no cálculo dos juros das dívidas e no preço alto das mercadorias dos armazéns que também pertenciam aos fazendeiros. Dessa forma, muitos imigrantes ficavam com grandes dívidas e os ganhos obtidos com seu trabalho não cobriam o compromisso da parceria. Tais fatos levaram a conflitos entre colonos e fazendeiros, além de desestimular a vinda de novos imigrantes.
Anteriormente, já em 1824, D. Pedro I havia incentivado a imigração de alemães para a região de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro, incentivado pela esposa D. Leopoldina. No mesmo ano, uma outra leva de imigrantes se instalou no Rio Grande do Sul, onde receberam sementes do governo para iniciar plantações e cabeças de gado para prover o seu sustento. No entanto, foi a partir de 1870 que o governo tomou para si a subvenção da imigração europeia para o Brasil, com propagandas de incentivo à imigração feitas na Europa.
Na última década da Monarquia, entre 1881 e 1890, mais de 450 mil imigrantes chegaram ao Brasil, a grande maioria atraída pela falsa promessa de “fazer a América”. Na realidade, o principal destino eram as fazendas de café do oeste paulista e as fábricas que começavam a surgir em São Paulo. As despesas de viagem do imigrante e da sua família eram pagas pelo governo, e os fazendeiros arcavam com a instalação deles nas fazendas.

Capa da revista “O Imigrante”, 1908.



Capa da revista “O Imigrante”, 1908.


Os imigrantes que se dirigiram ao Sul do país receberam terras do governo para produzirem, mas o maior problema foi a pouca assistência que esses grupos recebiam do governo, além das condições em geral, que eram bem difíceis, pois além dos problemas de adaptação ao clima e aos costumes, as condições de trabalho não eram as esperadas. Além dos alemães, chegaram ao Brasil, neste período, um grande número de italianos, espanhóis, portugueses e poloneses.
Diante disso, começaram a diversificar as atividades para poderem sobreviver, dedicando-se a atividades já conhecidas em seus países. Desenvolveram a pecuária, a agricultura, as produções caseiras e artesanais (queijo, salame, vinho, instrumentos de trabalho e utensílios domésticos).
Com o tempo, essa produção começou a aumentar e seu excedente passou a ser vendido nas cidades. Como proprietários de terras e produtores, sua qualidade de vida ficou melhor que a dos colonos assalariados das regiões próximas à capital paulista.
Em muitos casos, em virtude da localização dos lotes recebidos pelo governo, sem comunicação e com problemas para distribuir as mercadorias que produziam, muitos deles abandonaram as terras recebidas e migraram para as cidades em busca de outras oportunidades.
Os destinos mais frequentes dos imigrantes que abandonavam suas terras ou desistiam do trabalho nas fazendas eram as cidades de São Paulo, que estava iniciando uma nova fase com o estabelecimento de indústrias, e Rio de Janeiro, que na época era a capital do Brasil. Porém, as condições de trabalho nas cidades eram tão difíceis quanto as que haviam vivenciado no campo.
Trabalhando principalmente nas indústrias, homens, mulheres e crianças recebiam baixos salários, cumpriam longas jornadas de trabalho e não possuíam qualquer tipo de proteção contra acidentes e doenças.
Muitos desses imigrantes se envolveram em movimentos grevistas e ajudaram a fundar associações operárias que tinham como objetivo lutar pelas melhorias nas condições de trabalho.
Outros imigrantes resolviam trabalhar por conta própria como: vendedores ambulantes, artesãos, motoristas de táxi, garçons, engraxates, jornaleiros, ou mesmo abrindo pequenos comércios.
Devido às grandes dificuldades, 40% dos imigrantes italianos retornaram à Europa, mas alguns se tornaram grandes comerciantes e industriais, enquanto outros começaram a trabalhar como operários da nascente indústria paulista.
O trabalho dos imigrantes contribuiu para a modernização do país, pois se constituíam em importante mão de obra, passando a compor um importante segmento para o desenvolvimento do país.
Os colonos procuraram manter seu estilo de vida, preservando a língua e a religião. Construíram escolas próprias para difundir sua identidade e cultura.
Esses imigrantes trouxeram para a América novas técnicas agrícolas, introduzindo o plantio do trigo e a criação dos suínos.
A partir de 1850, em grande número, italianos, espanhóis, portugueses e poloneses chegaram ao Sul do Brasil. O governo brasileiro promoveu a imigração subvencionada, ou seja, o imigrante e sua família recebiam a passagem de navio até o Brasil e o transporte terrestre até a região onde deveria se estabelecer.

Desembarque de imigrantes no Porto de Santos (SP) em 1907.





Desembarque de imigrantes no Porto de Santos (SP) em 1907.




       



       




       





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38 - Crescimento do estado de São Paulo no século XIX

   

A chegada do café no Brasil



Durante a segunda metade do século XIX, a sociedade brasileira passou por mudanças fundamentais. Iniciou-se a substituição do trabalho escravo pelo trabalho assalariado, as fazendas de café e outras lavouras brasileiras modernizaram-se, as cidades cresceram e nelas se instalaram as primeiras indústrias.
Durante o período de Império no Brasil (1822-1889), a economia manteve a estrutura agrícola, escravocrata e cíclica herdada do período colonial. O Brasil continuava como fornecedor dos chamados “artigos de sobremesa” (açúcar e cacau) e consumidor dos produtos industrializados importados da Europa. A grande diferença ocorreu com o produto a ser plantado. A produção de açúcar, que já estava em crise desde o século XVIII, foi sendo gradativamente substituída pela produção do café.
O café originário da Arábia foi introduzido em nosso país em 1727 por Francisco de Melo Palheta. As mudas foram trazidas da Guiana Francesa e as primeiras plantações foram feitas no Pará. Após algum tempo, as plantações se espalharam por outras regiões.
A princípio, beber café não fazia parte dos hábitos alimentares da população brasileira. Era muito comum ver o pé de café ser utilizado como planta ornamental nos jardins de algumas casas nas cidades.

Trabalhadores rurais em cafezal, 1945. Interior do estado de São Paulo.





Trabalhadores rurais em cafezal, 1945. Interior do estado de São Paulo.


O declínio da mineração na região de Minas Gerais e a concorrência sofrida pelo açúcar brasileiro no mercado europeu apontavam para a região Sudeste do Brasil, de clima favorável e solo rico, como o melhor local para o desenvolvimento da produção cafeeira.
O aumento do consumo do produto, tanto na Europa como nos Estados Unidos, aliado aos ótimos preços que alcançava, fizeram com que o interesse pelo cultivo da planta crescesse no país. Inicialmente, as plantações localizavam-se no Vale do Paraíba, na Província do Rio de Janeiro. Não se tem notícia de como a primeira muda chegou ao Rio de Janeiro em 1776, pois esta planta não despertava, a princípio, nenhum interesse comercial nos fazendeiros, pois eles estavam preocupados apenas com a produção de cana-de-açúcar.
Entre os fatores que determinaram o desenvolvimento da produção cafeeira nesta região estava a grande quantidade de mão de obra disponível em razão do declínio da atividade mineradora, principalmente na província de Minas Gerais.
A partir de 1870, com o esgotamento das terras do Vale da Paraíba, o café foi, pouco a pouco, conquistando a região do oeste paulista.

O café no Rio de Janeiro e em São Paulo





O café no Rio de Janeiro e em São Paulo


Em Ribeirão Preto, formou-se um importante núcleo produtor. A chamada terra roxa garantia uma ótima produtividade. No decorrer do século XIX, o café expandiu-se também para o sudeste de Minas Gerais e norte do Paraná.
Durante todo o Segundo Reinado (D. Pedro II), o café conservou-se como produto de maior importância das exportações brasileiras. A expansão cafeeira deu-se gradativamente, abrangendo muitas cidades e uma grande região do país.
Com o desenvolvimento do café, ocorreram diversos benefícios econômicos para cada região produtora.

Quadro da produção brasileira (em kg) – 1821 a 1870


1821-1830 ................ 190.680
1831-1840 ................ 625.800
1841-1850 .............. 1.102.020
1851-1860 .............. 1.640.340
1861-1870 .............. 1.746.180

Uma fazenda de café lembrava muito um engenho açucareiro do Nordeste. Havia o casarão, a senzala, a capela, algumas oficinas, a casa dos trabalhadores livres e a área de plantação de café. Inicialmente havia senzala nas fazendas de café, uma vez que a mão de obra continuou sendo a do escravo. Somente mais tarde, com a imigração de trabalhadores da Europa e com a abolição da escravidão em 1888, a mão de obra passou a ser assalariada.
A produção cafeeira trouxe grandes mudanças para o Brasil: surgiram novas cidades, vieram imigrantes de várias partes do mundo e abriram-se muitas estradas, principalmente estradas de ferro, utilizadas para escoar a produção para os portos brasileiros. Os chamados barões do café passaram a investir os grandes lucros da produção cafeeira em indústrias, comércio, bancos, companhias de seguros, entre outros.
As cidades que iam surgindo junto com as ferrovias passaram a crescer a partir das estações de trem, que passaram a ser, em muitos casos, o ponto de referência de toda a cidade. As cidades próximas das linhas férreas passaram a ter grande importância em comparação com outras que ficavam distantes delas.
No Brasil, as ferrovias predominaram até a Segunda Guerra Mundial, na década de 1940, sendo o trem o meio de transporte típico até este período. A rede ferroviária formava um traçado em direção aos portos, principalmente em virtude do caráter exportador de nossa economia.
A transformação da economia brasileira trouxe a decadência da rede ferroviária, prevalecendo, a partir de então, a opção rodoviária. Atualmente o Brasil possui mais de 2 milhões de quilômetros de rodovias contra menos de 40 mil quilômetros de ferrovias.

Os cafeicultores foram recebendo títulos de nobreza, por isso ficaram conhecidos como Barões do Café






Os cafeicultores foram recebendo títulos de nobreza, por isso ficaram conhecidos como Barões do Café, construindo lindas mansões principalmente na cidade de São Paulo e no Rio de Janeiro, capital do Império.



       


       


       





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37 - As comunidades quilombolas no estado de São Paulo na atualidade

   
Com o processo de escravidão, foi interrompido o curso da história destes grupos em seu continente, comprometendo violentamente os seus costumes com relação à alimentação, ao modo de se vestir, à sua vida familiar e em grupo e à sua religião.
No Brasil, os escravos eram obrigados a comer o que lhes era dado e a vestir o que lhes era imposto, como panos grossos de algodão.
Apesar disso, os escravos ainda conseguiram resistir e manter muitas das suas tradições. Ao chegarem ao Brasil, os africanos passaram a desenvolver formas de proteção contra a violência que sofriam, contudo, os senhores de engenho os proibiam de praticar qualquer tipo de luta. Então, os escravos passaram a usar o ritmo e os movimentos de danças africanas, adaptando-os a um tipo de luta, a capoeira.
A prática da capoeira ocorria em locais próximos às senzalas e ajudava na manutenção da cultura dos africanos. O nome dessa luta pode ter surgido em razão do local onde muitas vezes elas eram praticadas, em campos com pequenos arbustos, chamados na época de capoeira ou capoeirão.
A capoeira ficou proibida no Brasil até 1930, quando foi declarada esporte nacional brasileiro, pelo então presidente da república Getúlio Vargas.
Os escravos africanos e seus descendentes resistiram constantemente à escravidão e lutaram de várias formas, utilizando mecanismos de defesa, contra a violência que lhes era imposta, como: quebrar ferramentas, incendiar plantações, resistir às agressões de seus senhores e feitores ou fugir.
De todas as formas de resistência, a fuga, realizada individualmente ou em grupos, constituiu-se a mais comum, possibilitando ao escravo buscar a sua liberdade.
Mesmo sendo caçados, recapturados e castigados, milhares de escravos conseguiram escapar da escravidão e fundar mocambos (esconderijos) e quilombos (povoações).

A prática da capoeira na atualidade atrai muitas pessoas.



A prática da capoeira na atualidade atrai muitas pessoas.


As regiões onde ainda residem os descendentes de escravos são denominadas comunidades quilombolas. No Brasil, já foram identificadas muitas comunidades que têm nos quilombos sua origem histórica. No estado de São Paulo existem mais de 80 comunidades quilombolas, e cerca de 30 destas se localizam na região do Vale do Ribeira do Iguape. Em Eldorado, são seis comunidades: São Pedro, Ivaporunduva, Nhunguara, André Lopes, Sapatu e Galvão.
Grandes comunidades como Ivaporunduva, São Pedro, Pedro Cubas, Pilões e Maria Rosa já foram reconhecidas e tituladas pelo governo do estado de São Paulo.
Para serem reconhecidas, não é preciso que as comunidades tenham sido formadas apenas por escravos fugidos, mas precisam ter algumas características, como uma população negra vivendo em área rural e cultivando para sua sobrevivência, além de costumes e tradições referentes às comunidades que ocupavam o quilombo de origem.
Ainda hoje, muitos descendentes dos escravos lutam na justiça para ter a propriedade coletiva das terras em que vivem. A Constituição de 1988 reconheceu aos remanescentes das comunidades de quilombos que estejam ocupando suas terras o direito à propriedade definitiva, devendo o Estado emitir o título respectivo de posse.
Como seus antepassados, a vida dos quilombolas de hoje em dia também é de muita luta. Além da questão territorial, os moradores das comunidades negras batalham para manter seu modo de vida tradicional. Muitas destas comunidades quilombolas realizam atividades agrícolas e extrativas, a pesca e a criação de animais que são as atividades de subsistência, existindo ali um trabalho coletivo com a prática de mutirões, na troca de dias de serviços, nos momentos culturais entre eles, nos bailes e nas festas religiosas envolvendo não só a comunidade, mas outras vizinhas.
O cultivo de maior produção é de feijão e milho. As plantas medicinais são cultivadas nos quintais e nas roças.
Na atualidade, as chamadas políticas afirmativas são formas pelas quais a sociedade brasileira busca resgatar uma dívida com os descendentes dos africanos que foram trazidos para o Brasil como escravos.
Afinal, foram inúmeras as violências cometidas no Brasil contra os africanos, desde o início da colonização. Além do fato de terem sido tirados de seus locais de origem, foram transportados em péssimas condições a um outro continente e vendidos como mercadorias.
Nesse processo, não houve respeito aos laços familiares, aos seus costumes e ao sentimento de pertencer a um grupo que une os indivíduos por tradições, sua história, sua língua e outros aspectos.
O dia 20 de novembro foi proclamado como o Dia da Consciência Negra. A transformação desta data em Dia da Consciência Negra é um marco na luta pela igualdade racial brasileira. Essa data foi escolhida porque Zumbi dos Palmares, líder do Quilombo dos Palmares e símbolo da resistência contra a escravidão, foi assassinado em 20 de novembro de 1695. Trezentos anos depois de sua morte, em 1995, Zumbi foi reconhecido como herói nacional.
Esse dia tornou-se muito mais que uma data comemorativa. É um dia de memória e reflexão sobre a atual situação da população afrodescendente brasileira.

Comunidade quilombola de Pedro Cubas no Vale do Ribeira. Eldorado (SP).





Comunidade quilombola de Pedro Cubas no Vale do Ribeira. Eldorado (SP).




Glossário


Políticas afirmativas: medidas adotadas pelo Estado que visam eliminar desigualdades e compensar perdas provocadas por motivos raciais, étnicos, religiosos, de gênero e outros.








       

       



       





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