domingo, 17 de janeiro de 2016

Piracicaba (Mesorregião)








Piracicaba (Mesorregião)



Esta mesorregião é formada por 26 municípios agrupados nas microrregiões de: Limeira, Piracicaba e Rio Claro. A região é bastante industrializada, destacando-se as indústrias de metalurgia, mecânica, têxtil, de alimentos e petroquímica.
Na agricultura, o destaque é a cultura de frutas cítricas (laranja e limão), principalmente no município de Limeira. Próximo às áreas produtoras estão as indústrias de processamento (suco de laranja). O estado de São Paulo é o maior produtor de frutas cítricas do país.
O acesso à mesorregião é feito por meio de entroncamento rodoviário das principais rodovias como: Bandeirantes (SP-348), Anhanguera (SP-330), Washington Luiz (SP-310), entre outras; e o escoamento da produção também é feito por ferrovias e pela hidrovia Tietê-Paraná.

Piracicaba (Mesorregião)


 Piracicaba (Mesorregião)
Piracicaba (Mesorregião)





Piracicaba (Mesorregião)



Microrregiões

Municípios

LimeiraAraras, Conchal, Cordeirópolis, Iracemápolis, Leme, Limeira, Santa Cruz da Conceição, Santa Gertrudes.
PiracicabaÁguas de São Pedro, Capivari, Charqueada, Jumirim, Mombuca, Piracicaba, Rafard, Rio das Pedras, Saltinho, Santa Maria da Serra, São Pedro, Tietê.
Rio ClaroBrotas, Corumbataí, Ipeúna, Itirapina, Rio Claro, Torrinha.




Piracicaba


 Piracicaba
Piracicaba



Águas de São Pedro.


 Águas de São Pedro.
Águas de São Pedro.



Limeira


 Limeira
Limeira




Glossário


Mesorregiões: subdivisão estabelecida pelo IBGE que agrupa diversos municípios do estado com semelhanças econômicas e sociais, de uma área geográfica.
Região: área delimitada de acordo com certos critérios que podem ser econômicos e culturais.






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sábado, 16 de janeiro de 2016

A população indígena no estado de São Paulo em 2015








A população indígena no estado de São Paulo em 2015



A partir da década de 1950, os Mbyá passaram a ser a população indígena que mais cresceu no litoral paulista. Os Guarani, Nhandéva e Mbyá são estimados, hoje, no estado de São Paulo, em torno de 1 600 pessoas que ocupam 15 áreas, entre acampamentos temporários e áreas permanentes.
A Reserva Indígena Guarani do Rio Silveira, por exemplo, possui uma área de 948 hectares, localizada na Mata Atlântica, faz divisa com os municípios de Bertioga e São Sebastião. Situada na região sul do município, no bairro de Boracéia, fica a 60 km, aproximadamente, do Centro Histórico de São Sebastião. Tanto essa comunidade como as da Aldeia Boa Vista, em Ubatuba, os indígenas do Posto Indígena Araribá, nos municípios de Bauru e Avaí e os do Posto Indígena Vanuíre, nos municípios de Arco-Íris e Tupã, no interior do estado, que tem alguma importância turística, têm encontrado apoio das prefeituras para iniciativas, como projetos de autossustentação econômica, educação diferenciada e formação de agentes de saúde indígenas.
Contudo, pesquisas recentes revelam que a situação de saúde dos povos indígenas em São Paulo necessita urgentemente de atenção por parte das autoridades, principalmente, para aqueles que vivem em péssimas condições em aldeias e favelas da Grande São Paulo e do litoral paulista.
A Constituição brasileira de 1988 definiu as regras para a demarcação das terras indígenas, que são consideradas da União. O direito de usá-las depende da demarcação, fato este que demanda muito tempo e vontade política, além do conflito de interesses. Os índios enfrentam posseiros que querem ocupar suas terras e madeireiros que tentam retirar as madeiras de seus territórios para um comércio lucrativo.

Distribuição de municípios com aldeias no estado de São Paulo


 Distribuição de municípios com aldeias no estado de São Paulo
Distribuição de municípios com aldeias no estado de São Paulo




Habitantes, etnia e idioma por aldeia indígena do estado de São Paulo



Aldeia

Etnia

Idioma

Subtotais

Polo Base Bauru946
KopenotyTerena / Guarani / Caingangue/ KrenacAruaque / Macro-jê199
EkeruáTerenaAruaque135
NimuendajuGuarani / TerenaTupi-guarani87
PyaúGuaraniTupi-guarani71
IcatuTerena / Caingangue /KrenacAruaque / Macro-jê136
VanuireTerena / Caingangue /KrenacAruaque / Macro-jê197
TereguáGuarani / TerenaTupi-guarani98
Tekoá PorãGuaraniTupi-guarani23
Polo Base São Paulo3.113
Tenondé PorãGuaraniGuarani954
KrukutuGuaraniGuarani291
JaraguáGuaraniGuarani530
PankararuPankararuIati1.338
Polo Base Litoral Norte549
Rio SilveiraGuaraniGuarani388
Boa VistaGuaraniGuarani144
RenascerTupi-guaraniTupi-guarani17
Polo Base Peruíbe123
BananalTupi-guaraniTupi-guarani31
ParaísoTupi-guaraniTupi-guarani9
Uru ItyGuaraniGuarani27
DjakoatyTupi-guaraniTupi-guarani18
AmbaporãGuaraniGuarani28
Rio AzeiteTupi-guaraniTupi-guarani8
CapoeirãoGuaraniGuarani2
Polo Base Mongaguá623
ParanapuãGuaraniGuarani95
AguapeúGuaraniGuarani57
ItaócaGuarani / Tupi-guaraniTupi-guarani196
PiaçagueraTupi-guaraniTupi-guarani142
Rio BrancoGuaraniGuarani68
AldeinhaTupi-guaraniTupi-guarani65
Polo Base Registro291
PeguaotyGuaraniGuarani77
PindotyGuaraniGuarani67
Pakurity/ Santa CruzGuaraniGuarani46
Tapyi/ Rio BranquinhoGuaraniGuarani37
Guavira/ SubaumaGuaraniGuarani11
JacareyGuaraniGuarani8
Ilha Cardoso – CananéiaGuaraniGuarani22
ItaguaGuaraniGuarani23

Subtotal

5.645



Nota: O número de habitantes por aldeia pode variar, principalmente, entre os indígenas da etnia Guarani Mbyá, em virtude do hábito, próprio da cultura, de mudança de aldeia. Essa etnia migra com frequência para aldeias situadas nos estados do Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


A população indígena no estado de São Paulo em 2015


 A população indígena no estado de São Paulo em 2015
A população indígena no estado de São Paulo em 2015



Os índios nos dias de hoje


  Os índios nos dias de hoje
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A população indígena no estado de São Paulo em 2015


 A população indígena no estado de São Paulo em 2015
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Setor terciário da economia do estado de São Paulo









Setor terciário da economia do estado de São Paulo



O comércio é a atividade econômica mais popular e antiga da humanidade. É por meio dele que os produtos da agricultura, da pecuária, do extrativismo e os industrializados chegam até nós: os consumidores.
A atividade comercial consiste na compra, venda ou troca dos produtos por algum bem, normalmente o dinheiro. Quando realizado dentro do próprio país é chamado de comércio interno; e quando realizado entre dois ou mais países, chama-se comércio externo.
Quanto ao tipo de venda, o comércio classifica-se em atacadista e varejista. No atacado o comércio é praticado entre comerciantes ou produtores, envolvendo grandes quantidades de um mesmo produto. No varejo, o mais conhecido, é praticado entre comerciantes e consumidores. Caracteriza-se pelas vendas em pequenas quantidades.
Além do comércio, há atividades prestadoras de serviços, como escolas, hospitais, hotéis, transportes, comunicações, etc., que também pertencem ao setor terciário da economia. As atividades financeiras, como bancos e bolsas de valores também pertencem a este setor econômico.
O estado de São Paulo possui a economia mais diversificada de todo o país.

Setor terciário da economia do estado de São Paulo


 Setor terciário da economia do estado de São Paulo
Setor terciário da economia do estado de São Paulo



Para quem não conhece a mais famosa rua de comércio popular do estado de São Paulo, a 25 de Março.


 Para quem não conhece a mais famosa rua de comércio popular do estado de São Paulo, a 25 de Março.
Para quem não conhece a mais famosa rua de comércio popular do estado de São Paulo, a 25 de Março.



25 de Março - São Paulo


 25 de Março - São Paulo
25 de Março - São Paulo







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quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Os índios Tupinambá do estado de São Paulo






Os índios Tupinambá do estado de São Paulo



Além de lagos e rios, o povo Tupinambá se concentrava na área litorânea, o que facilitava o contato com o mar. Usavam longas canoas, não só para atividades de pesca, mas também para se aproximar das caravelas portuguesas na troca de mercadorias.
Entre seus costumes estavam as pinturas na cor preta, feita com jenipapo, ou vermelha, feita com urucum, além das penas de aves que eram usadas em cocares e em adornos que se pareciam com um rabo (característico dos tupinambás). As pinturas e os adornos tinham um significado especial na guerra e nos rituais de antropofagia.
Os Tupinambá também tinham animais domésticos, chamados de xerimbabos, que na língua tupi significa “minha coisa querida”. Os animais serviam para embelezar, como as araras, os tucanos e até os periquitos, ou para mostrar respeito à natureza – filhotes de macacos, por exemplo, eram adotados pela aldeia caso sua família tivesse sido morta por caçadores.
A sociedade era comandada pelos mais velhos, de quem partiam as decisões em relação ao grupo.
Apesar de terem raízes comuns, as diversas tribos que compunham a nação tupinambá lutavam constantemente entre si, movidas por um intenso desejo de vingança que resultava sempre em guerras sangrentas em que os prisioneiros eram capturados para serem devorados em rituais antropofágicos.

Os Tupinambá também tinham animais domésticos, chamados de xerimbabos, que na língua tupi significa “minha coisa querida”


 Os Tupinambá também tinham animais domésticos, chamados de xerimbabos, que na língua tupi significa “minha coisa querida”
Os Tupinambá também tinham animais domésticos, chamados de xerimbabos, que na língua tupi significa “minha coisa querida”



As armas de guerra dos tupinambás incluíam a borduna, tacape que funcionava como um martelo.


 As armas de guerra dos tupinambás incluíam a borduna, tacape que funcionava como um martelo.
As armas de guerra dos tupinambás incluíam a borduna, tacape que funcionava como um martelo.



Os índios Tupinambá do estado de São Paulo


   Os índios Tupinambá do estado de São Paulo
Os índios Tupinambá do estado de São Paulo



Entre seus costumes estavam as pinturas na cor preta


 Entre seus costumes estavam as pinturas na cor preta
Entre seus costumes estavam as pinturas na cor preta




Glossário


Antropofagia: hábito de comer carne humana.








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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

A importancia do tropeirismo para o estado de São Paulo






A importancia do tropeirismo para o estado de São Paulo



O tropeirismo, trabalho de criação, condução e comercialização do gado, teve início em meados do século XVII e foi responsável pela integração entre o litoral e o primeiro planalto, também ampliando o povoamento e o fluxo de gado do Sul para o centro do país.
Era comum que muitos tropeiros, além de conduzirem tropas, também fossem proprietários de terras. Eles compravam os animais no Rio Grande do Sul para vendê-los em Sorocaba (SP). Cruzavam Santa Catarina e a região de Curitiba ou qualquer outro ponto intermediário entre a Lapa e Castro e, após viajar o dia todo, pagavam ao proprietário da invernada o aluguel para o descanso das tropas.
As mulas eram os animais de carga mais usados para estas empreitadas por serem bastante resistentes, terem grande capacidade de equilíbrio e por passarem por trechos difíceis com muita carga e passividade.
Um desses animais era ensinado para conduzir os demais. Geralmente, tinha-se o costume de se enfeitar a mula-guia com um penacho na cabeça, além de outros ornamentos, como conchas e fitas. O animal também carregava um cincerro pendurado ao pescoço. Quanto às demais mulas, eram amarradas umas às outras pelo rabo de modo que o transporte fosse seguro e que caminhassem sempre em linha.

A rota dos tropeiros


A rota dos tropeiros
A rota dos tropeiros




A herança dos bandeirantes e dos tropeiros


Um bandeirante ou tropeiro era iniciado na profissão por volta dos 10 anos, acompanhando os adultos. O vestuário do sertanista, composto de chapéu grande de feltro, camisa de pano forte como lona, manta que era jogada sobre os ombros com uma abertura no centro (ao estilo dos gaúchos) e botas de couro que chegavam até a metade da perna para proteção contra animais peçonhentos, fundamental para a sobrevivência nas matas e campos.
Dos tropeiros e dos bandeirantes herdamos muitos costumes alimentares, como toucinho, feijão-preto, farinha, pimenta-do-reino, café, fubá e coité. Nos pousos, apreciava-se o feijão-preto com pouco molho e com muitos pedaços de carne de sol e toucinho. Esse prato ficou conhecido pelo nome de feijão-tropeiro que, como antigamente, é servido com farofa e couve picada. A cachaça fazia parte do cotidiano desses homens, especialmente nos dias de muito frio ou para evitar a picada de insetos.
Um de seus principais utensílios era uma grande sacola ou baú – em que guardavam suas roupas e outros instrumentos de valor; também tinham uma sela cheia de instrumentos que se suspendia em pesados estribos. Costumava-se chamar de “malotagem” os apetrechos e arreios necessários a cada animal, e de “broaca” os bolsões de couro que iam sobre a cangalha para guardar mais mercadoria.
Algumas profissões que conhecemos atualmente são oriundas do desenvolvimento das viagens sertanistas no estado, tais como a de rancheiro (dono de rancho) e a de ferrador, responsável por pregar as ferraduras nos animais das tropas e que, às vezes, também atuava como veterinário. Peão era todo amansador de equinos e muares à moda do sertão.
Pode-se notar, portanto, a importância do movimento sertanista para o povoamento do interior do Sul e Sudeste do Brasil. Com o tempo, esses homens abandonaram a atividade de caça e venda de escravos indígenas e passaram a se dedicar ao comércio e transporte de gado.
Essa atividade surgiu de forma paralela à produção dos engenhos de açúcar. Nesses locais era muito utilizada a força animal para mover as moendas, que espremiam o caldo da cana. Além disso, as terras nordestinas, naquela época, estavam quase que inteiramente destinadas ao cultivo desse produto. Por isso, muitos engenhos passaram a consumir alimentos, como o charque, vindos de outras regiões do país. A maioria desses alimentos era trazida em razão do comércio do gado e da atividade dos tropeiros no Sul do país.
Essa atividade interligou várias regiões do país, especialmente o Sudeste com o Sul, pois o gado era trazido da região de Vacaria (atual estado do Rio Grande do Sul) para chegar a São Vicente, onde era então vendido a outras tropas que levariam os animais até a região Nordeste.

Museu dos Tropeiros. Castro (PR).


 Museu dos Tropeiros. Castro (PR).
Museu dos Tropeiros. Castro (PR).




Glossário


Cincerro: chocalho ou sineta colocado no pescoço de um animal preso a uma coleira. É comum em bovinos ou equinos para guiar uma tropa ou o gado.
Coité: molho de vinagre com fruto cáustico espremido.









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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Biomas brasileiros






Biomas brasileiros



A combinação de todos os elementos naturais como: vegetação, relevo, solo, rios e clima, principalmente da formação vegetal e o conjunto de vidas vegetais e animais existentes numa porção do espaço geográfico, recebe o nome de bioma.
Observe no mapa a seguir a classificação e abrangência dos biomas existentes no território brasileiro, e também qual bioma está presente no estado do Paraná.

Mapa dos biomas brasileiros


 Mapa dos biomas brasileiros
Mapa dos biomas brasileiros


Vamos conhecer um pouco da biodiversidade desses grandes biomas.

Floresta Amazônica: a floresta tropical é constituída de árvores de grande porte e bem próximas umas das outras. O clima é quente e úmido. Essa floresta abriga uma enorme diversidade de animais e espécies vegetais. Está presente na região Norte, nos estados de Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, Pará e parte do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso.

Floresta Amazônica


 Floresta Amazônica:
Floresta Amazônica



Cerrado: abrange os estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Tocantins, e parte de Minas Gerais, Bahia, Piauí e Maranhão. Esse grande bioma tem sido alterado intensamente por conta de atividades agropecuárias na região.
A vegetação é de árvores baixas e esparsas com troncos retorcidos e cascas grossas com raízes profundas que lhes permitem atingir o lençol freático, pois a região tem pouca umidade, com um período de seca e outro de chuvas. Os animais que vivem nesse bioma são de médio porte, como anta, cervo, onça-pintada, lobo-guará.

Cerrado


 Cerrado
Cerrado



Caatinga: bioma predominante do sertão nordestino. A vegetação é composta de plantas que resistem à falta de água prolongada, como o facheiro, xiquexique, mandacaru. Mesmo com pouca água, muitas espécies animais vivem nesse bioma, como veado-catingueiro, preá, tatupeba, asa-branca.

Caatinga


 Caatinga
Caatinga



Pantanal: vegetação que recobre as planícies do rio Paraguai e que possui variedade de plantas. A vida animal é rica em espécies, como jacarés, peixes (dourado, pintado, curimbatá, pacu), onça, macaco-prego, veado-campeiro, cervo-do-pantanal, tatu, tamanduá, cobras (jiboia e sucuri) e pássaros (tucanos, jaburus, garças, papagaios, araras, emas, tuiuiú).

Pantanal


 Pantanal
Pantanal



Pampas: vegetação rasteira de gramíneas, muito utilizada como pastagens naturais no Rio Grande do Sul.

Pampas


 Pampas
Pampas



Mata Atlântica: floresta que recobria toda a costa brasileira. Foi o primeiro bioma a ser explorado pelos colonizadores com a retirada do pau-brasil, e que continuou a ser desmatado com a ocupação humana. Hoje, pouco restou da mata nativa. A floresta é fechada com árvores de porte médio e alto. A vida animal é diversa, com espécies de mamíferos, anfíbios, aves, insetos, peixes e répteis.

Mata Atlântica


 Mata Atlântica:
Mata Atlântica





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